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Estava pensando em um tema para escrever este artigo e parei para pensar em hábitos de consumo e como isso refletia na busca pela independência financeira. Por exemplo, uma pessoa pode se sentir plenamente satisfeita comprando um suco que custa alguns poucos reais. Outra só encontrará satisfação verdadeira se beber uma garrafa de vinho importada, que custa centenas de reais.

Se fizermos uma comparação fria entre os hábitos de consumo dessas duas pessoas, a que possui o hábito mais saudável de beber um suco com preço razoável teria mais condições de poupar recursos para investir na própria segurança financeira futura do que aquele que não abre mão de apreciar um ótimo vinho. Certo?

E ninguém precisa mesmo abdicar de todos os prazeres da vida presente, pensando apenas lá na frente. O problema é que, normalmente, quem busca a sofisticação encontra motivos para se sofisticar em tudo – roupa, viagens, carros, lazer, etc. Isto eleva o custo de vida da pessoa e drena toda a riqueza que poderia poupar e investir para um dia conquistar a própria independência financeira.

Quanto mais você coleciona hábitos sofisticados de consumo, mais você se tornará prisioneiro (dependente) dos produtos e serviços sofisticados. O nível de rebuscamento não tem fim, pois os desejos humanos (emoção), quando não controlados (razão), são ilimitados. No entanto, Leonardo da Vinci, um dos maiores gênios da humanidade, disse que “a simplicidade é o último grau de sofisticação”. Dá para refletir, né?

Quando você é capaz de usar os recursos poupados para que estes te gerem renda passiva (renda que você ganha sem realizar nenhuma atividade diária), você se torna financeiramente livre e, ao mesmo tempo, profissionalmente livre para exercer qualquer atividade que quiser. Portanto, responda para você mesmo: quanto tempo da sua vida já desperdiçou sem se preocupar em realizar seus sonhos? Quanto da sua renda retorna para as empresas (compras), bancos (juros) e governo (impostos)? Está guardando parte da sua renda para que um dia possa se libertar?

Hoje, as pessoas se escravizam de duas maneiras: quando você depende de um padrão de vida elevado para se sentir feliz, você está se escravizando. Quando você depende da venda do seu tempo para conseguir o dinheiro necessário para manter um padrão de vida cada vez mais elevado, também está se escravizando.

Um padrão de vida simples exige menos recursos para ser bancado. Ao aliar um padrão de vida simples com um padrão de renda elevado, você consegue poupar e, por consequência, investir mais. Em um espaço menor de tempo, você pode acumular patrimônio suficiente para gerar uma renda passiva (juros, aluguéis, dividendos) que possa cobrir suas despesas e te dar mais liberdade para uma vida cheia de prosperidade.

Então, para conquistar sua independência financeira, desenvolvi algumas orientações a serem seguidas:

– Diagnosticar – entender como está sua saúde financeira;
– Sonhar – aprender a sonhar e colocar esses sonhos como prioridade;
– Orçar – um padrão de vida que custe menos do que a sua renda pode pagar;
– Poupar – conhecimentos para poupar e investir, obtendo a maior e melhor rentabilidade possível, de acordo com o prazo de realização de seus sonhos.

O maior intuito aqui é fazer você refletir sobre este padrão de vida que tem hoje e sobre o que pretende ter amanhã. Isto significa reavaliar seus valores, sua relação com o dinheiro, consumo, poupança e investimento.

Outro objetivo é fornecer informações para que você entender que, ao criar hábitos saudáveis, você consegue poupar, para o seu próprio benefício, multiplicando estes recursos por meio dos diversos tipos de investimento, com o objetivo de realizar seus sonhos e sua independência financeira.

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