A motivação do colaborador está ligada a diversos fatores externos a empresa. O desequilíbrio financeiro é um dos que perturba o bem-estar e interfere na produtividade no trabalho. A educação financeira nas empresas pode mudar este reflexo negativo.

Educação Financeira nas empresas

– A saúde financeira do colaborador reflete na empresa. Conheça o Programa DSOP de Educação Financeira e ofereça uma nova vida à sua equipe!

Faltas constantes, pedidos de adiantamento e empréstimos e até furtos são alguns dos sinais do desequilíbrio financeiro. Isto pode comprometer o desenvolvimento das atividades e até mesmo a rentabilidade da empresa.

Para quem está nesta situação, de pouco adianta ter aumento salarial ou benefícios sem orientações sobre como administrar melhor seus ganhos.

Veja como a Educação Financeira elimina problemas tanto para o colaborador quanto para a empresa:

1. A educação financeira deve ser tratada como parte da responsabilidade social da empresa, beneficiando funcionários, familiares, comunidade e a própria empresa;

2. Problemas na vida pessoal refletem diretamente no comportamento no ambiente de trabalho, gerando presenteísmo, absenteísmo, desmotivação, queda na produtividade e até pedidos de demissão;

3. Com o Programa de Educação Financeira nas Empresas, a produtividade aumenta, os colaboradores trabalham com mais prazer e tranquilidade, pois cria-se uma estrutura de apoio, amparo e instrução;

4. Os pedidos de aumento de salário e a necessidade de fazer horas extras, entre outras práticas comuns, passarão a ser encaradas de maneira mais consciente, gerando um “ganha-ganha”;

5. É preciso adotar critérios antes de disponibilizar crédito consignado. Muitas vezes, ele gera um alívio imediato, mas em poucos meses se torna um problema ainda maior, já que a renda do colaborador é reduzida em até 35%;

6. O departamento de Recursos Humanos deve fazer esse trabalho, combatendo a causa para diminuir os efeitos. Para isso, os colaboradores precisam passar por uma mudança de hábitos, costumes e comportamento em relação ao uso do dinheiro;

7. O Programa de Educação Financeira nas Empresas deve se adequar aos diferentes perfis dos funcionários. Portanto analise toda a estrutura oferecida, como tempo, método, material de apoio e disponibilidade dos funcionários;

8. O problema da falta de educação financeira é intrínseco em nossa sociedade. Sendo assim, não é culpa do trabalhador. O endividamento e a inadimplência ocorrem independe do cargo ou salário, por isso a educação financeira é para todos na empresa;

9. É preciso abordar a questão da aposentadoria. A maioria dos trabalhadores não poupa para o futuro, o que é grave, pois depender apenas do INSS não garantirá sustentabilidade;

10. Com educação financeira, os colaboradores passam a respeitar os limites de seu padrão de vida e priorizar sonhos e objetivos dentro desta realidade.

Reinaldo Domingos

Reinaldo Domingos é PhD. em Educação Financeira, escritor, educador e terapeuta financeiro. Presidente da DSOP Educação Financeira, da Editora DSOP e da Abefin, publicou o best-seller Terapia Financeira, o recém lançado Empreender Vitorioso com Sonhos e Lucro em Primeiro Lugar e os livros Livre-se das Dívidas, Mesada Não É Só Dinheiro, Ter Dinheiro Não Tem Segredo, Eu mereço ter dinheiro!, Papo Empreendedor, Sabedoria Financeira e a série O Menino do Dinheiro – Sonhos de Família, Vai à Escola, Ação Entre Amigos, Num Mundo Sustentável e Pequeno Cidadão, O Menino e o Dinheiro, O Menino, o Dinheiro e os Três Cofrinhos, O Menino, o Dinheiro e a Formigarra. Mais de 4,5 milhões de exemplares de suas obras já foram vendidas.