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O Brasil ainda “engatinha” na educação financeira. Precisamos mudar

Todo mundo diz que o Brasil é o país do futuro, porém, na última pesquisa realizada pela OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), figuramos o 27º lugar em um ranking de educação financeira feito com 30 países.

Educação Financeira

Infelizmente, nossa cultura foi construída sem nenhuma preocupação com a educação financeira – e isso vem desde os tempos de Cabral, afinal, a intenção era que o Brasil fosse uma eterna colônia extrativista. Essa é uma realidade que precisa ser mudada para que a população não seja, cada vez, mais levada à pobreza por falta de conhecimentos.

Grande parte dos brasileiros utiliza as várias formas de crédito disponíveis, portanto precisam se conscientizar de que esse serviço não é disponibilizado de graça – pelo contrário, tem um alto custo: os juros. Recentemente, o Banco Central baixou a Selic, a taxa de juros base usada por bancos e operadoras de crédito. Isso ajuda, claro, é sempre bom pagar menos juros, mas o ideal é se educar financeiramente para não pagar nenhum.

Para tanto, é preciso fazer a lição de casa. Se educar financeiramente implica, acima de tudo, em reconhecer e mudar seus comportamentos, fazendo corte de despesas supérfluas, visando o controle total das finanças, tanto pessoais quanto empresariais. Trata-se de uma iniciativa particular, que diz respeito a cada brasileiro.

Não vale a pena apenas esperar que a resolução deste problema caia do céu; apesar de que muitas escolas e empresas vêm tomando ações para educar financeiramente a população. A responsabilidade de querer mudar, crescer e prosperar é individual, uma questão de consciência, escolha e determinação.

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