16-04-educacao-financeira-empresas

Com a crise econômica, juros elevados, inflação e alta do dólar, muitas pessoas estão com dificuldades em fechar mês no azul.

A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic) de 2015, apurada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), mostra que 61,1% das famílias brasileiras, em média, passaram o ano de 2015 com o orçamento comprometido. Houve ainda aumento nos indicadores de inadimplência, principalmente no último trimestre do ano. Mas o que isso tem a ver com a sua empresa?

A situação de endividamento de um colaborador acaba por refletir na produtividade dele. De acordo com um estudo da Associação Americana de Psicólogos, o quesito dinheiro é apontado por 69% dos entrevistados como principal fonte de estresse.

Outra pesquisa, conduzida pela Employee Financial Wellness Survey 2015, mostra que um em cada cinco empregados aponta problemas com suas finanças pessoais como uma distração no trabalho.

Com a preocupação com relação às finanças, a produtividade do colaborar cai, o que gera presenteísmo, ou seja, a concentração dele fica voltada para assuntos não relacionados ao trabalho. Há situações em que o funcionário recorre ao crédito consignado, gerando ainda mais endividamento. Em casos extremos, ele pode pedir um acordo de demissão para receber os benefícios.

Como a empresa pode alterar este quadro? Uma opção é investir na saúde financeira do colaborador. A educação financeira serve como ferramenta para melhorar a qualidade de vida dos trabalhadores, além de aumentar a produtividade de sua empresa. Também auxilia na redução do absenteísmo (ausência do funcionário no local de trabalho), na melhora no clima organizacional e no fortalecimento do vínculo com a organização.

“Muitas companhias concedem um grande número de benefícios e auxílios aos funcionários. No entanto, esquecem-se de um fator fundamental para o equilíbrio psicológico de seus profissionais: a saúde financeira. Inegavelmente, ela é essencial para o bem-estar das famílias e, naturalmente, é um aspecto importante na produtividade das empresas”, afirma o presidente da DSOP, educador e terapeuta financeiro Reinaldo Domingos. “Hoje são muitas as companhias que implantam o Programa DSOP de Educação Financeira, pois estas pensam na saúde de seus colaboradores e o diferencial da DSOP é que o foco está na mudança de comportamento. Educação Financeira não é apenas sobre planilhas e cálculos, e sim sobre os hábitos e costumes que temos”.

Invista na saúde financeira de seus colaboradores! Conheça o Programa DSOP de Educação Financeira nas Empresas!

Por Pablo Ribera / DSOP