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A educação financeira agora é obrigatória para todas as instituições que oferecem Programas de Aprendizagem Profissional. Isto é o que exige o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), por meio da Portaria nº 723 de 2012, criou o Cadastro Nacional de Aprendizagem Profissional (CNAP) destinado ao cadastramento das entidades qualificadas em formação técnico-profissional metódica.

Dentre as diversas novas exigências o decreto determina que os programas de aprendizagem devem ser elaborados com conceitos educação financeira e para o consumo e informações sobre o mercado e o mundo do trabalho.

Esta decisão do governo é acertada e vai de encontro com o que já desenvolvemos à algum tempo. Já tendo um programa preparado exclusivamente para estas entidades. Todo o trabalho é baseado na Metodologia DSOP que já possui ótimos resultados, principalmente para os jovem.

Isto porque, é no período de capacitação e inclusão profissional que o jovem vive o conflito entre planejar o futuro e viver o presente. A confusão é grande e as tentações são ainda maiores. É um período de mudanças e descobertas; de agito na vida social – com amigos, namoros e família; de consumo exagerado de tudo que o iguale ou o destaque do grupo; do dilema da escolha de uma profissão e do ingresso no primeiro emprego. Em praticamente todas essas situações o jovem se depara com a inexperiência de administrar seu dinheiro.

Embora a falta de educação financeira seja um problema que atinge públicos de todas as faixas etárias, pesquisas mostram que tem aumentado o índice de endividamento e inadimplência entre o público jovem. Alguns já se endividam desde o primeiro salário, por pura falta de orientação sobre como lidar com dinheiro, cartão de crédito, cheque, limite do especial, crediário entre outros.

É importante estabelecer uma relação saudável com as finanças desde cedo, porque, afinal, vivemos em uma sociedade capitalista, na qual o dinheiro é um meio para a realização pessoal. Com orientação, os jovens podem curtir o presente e, já nos primeiros ganhos, começar a planejar e construir o futuro com segurança para ter a certeza de uma vida melhor.

Os resultados que observamos apontam uma grande diferença entre o jovem profissional educado financeiramente e o que não se atenta a este tema. o primeiro tem mais foco, é mais participativo e o mais importante tem a ascensão profissional muito maior. Assim, ante de mais nada, para se ajustar a esta nova demanda da Portaria nº 723. As entidades que oferecem ensino profissionalizante deve parar e refletir se querem apenas se ajustar a esta regra ou se querem que realmente seus jovens estejam preparados para um futuro próspero com educação financeira.

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