A educação financeira já é realidade em diversas escolas brasileiras e, principalmente, no ABCD, onde cerca de 20 escolas já adotaram o Programa em 2014.


Além disso, a empresa também implantará seu programa em mais de 800 escolas públicas e particulares, em outros 20 estados brasileiros, com a utilização de seus materiais didáticos, sem contar muitas outras que utilizam os materiais paradidáticos.

As escolas adotantes no ABCD são: Colégio Terra Nova, Colégio Guilherme Miller, Fundação Salvador Arena, Colégio Pentágono, Colégio Prisma, Escola Vila Mundi, Escola Vila Infante, Escola Nosso Ninho, Colégio Stocco, Escola Mundo Maior Jean Piaget, Externato Santo Antonio, Colégio Mérito, Colégio Interagir e o Colégio Mukai, além das escolas que adotam os livros paradidáticos. Para dar sustentabilidade a esses conteúdos, a DSOP desenvolveu matérias para todos os ciclos de ensino, desde o Ensino Infantil ao Médio.

“É de suma importância que escolas privadas e públicas insiram a Educação Financeira nas grades curriculares, visando a quebra de gerações endividadas em nosso país. As escolas que já estão adotando a Metodologia DSOP há dois ou três anos, já trazem resultados importantes na mudança de hábitos e comportamentos dos alunos, professores e pais. A Educação Financeira é o melhor caminho para conscientizar as pessoas a terem uma vida financeira equilibrada e sustentável”, conta o Educador Financeiro DSOP Edward Claudio Júnior, atuante na região do ABCD.

Além disso, diversas prefeituras – Goiânia/GO, Barueri/SP, Guarujá/SP, Franco da Rocha/SP e Vitória da Conquista/BA, Vila Velha/ES e Ecoporanga/ES – também utilizam o material de educação financeira em sua rede pública de ensino.

Essas escolas e prefeituras se anteciparam à Estratégia Nacional de Educação Financeira (Enef) e à Lei 171/09, que tramita no Senado, sobre a obrigatoriedade da educação financeira em escolas das redes pública e privada de ensino. Porém, o Programa DSOP de Educação Financeira nas Escolas se diferencia pela abordagem do assunto (amplia o enfoque estritamente matemático, geralmente dado ao assunto, para uma abordagem comportamental, que trabalha, simultaneamente, capacidades cognitivas, afetivas e sociais, respeitando as potencialidades e expectativas de aprendizagem de cada faixa etária) e porque oferece cursos de capacitação a professores; palestras e outras atividades a alunos, pais e comunidade no entorno da escola.

“Quanto mais cedo as crianças forem contempladas com o ensino da Educação Financeira, melhores serão os resultados, pois os hábitos adquiridos na infância vão para a fase adulta. E, se esses ensinamentos estivarem embasados numa metodologia como a da DSOP (Diagnosticar, Sonhar, Orçar e Poupar), o aprendizado ocorrerá de forma mais fácil e duradoura”, explica Edward. Assim, por meio dessa metodologia, combatemos de forma mais eficiente o analfabetismo financeiro e desenvolvemos no aluno competências para que ele possa lidar com as questões financeiras com segurança e consciência.

Veja alguns fatores que motivam a inserção da educação financeira nas escolas:
• Um dos grandes desafios globais do século é fazer a sociedade atual repensar hábitos de consumo, substituindo-os por outros mais sustentáveis;
• As profundas mudanças nas economias mundiais têm exigido um reaprendizado de como lidar com as finanças, fenômeno que movimenta governos e instituições a adotarem medidas para habilitar as pessoas a fazerem escolhas conscientes de gastos e investimentos;
• Cerca de 2 bilhões de pessoas entrarão no sistema financeiro formal nos próximos 20 anos. Mas não se sabe se todas essas pessoas estarão capacitadas a fazer as melhores escolhas financeiras;
• Há forte evidência de que lares com baixa educação financeira não planejam a aposentaria, pagam juros mais altos e têm menos bens. E já ficou demonstrado que o nível mais baixo de educação financeira levou as pessoas a ficarem mais inadimplentes;
• No Brasil, as mudanças na pirâmide das classes sociais significam, ao mesmo tempo, maior poder de compra de parcela significativa da população, mas também alto endividamento;
• Crianças são muito observadoras e, desde cedo, começam a perceber que o dinheiro tem força. Ao mesmo tempo, crianças e jovens estão expostos às mensagens publicitárias, que estimulam o desejo de ter. Portanto, é de extrema importância ensiná-las, o mais cedo possível, de forma lúdica e prazerosa, o quanto é importante ter objetivos, fazer escolhas e que nada é mágico, porém tudo é possível, desde que o dinheiro seja usado com foco e sabedoria. Isso é papel que pode ser compartilhado entre pais e escolas;
• Escolas são cada vez mais exigidas a oferecer ensino diferenciado e serviços que beneficiem também os pais.

Fonte://www.abcdoabc.com.br/abc/noticia/cerca-20-escolas-particulares-abcd-ensinam-educacao-financeira-18313