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Como sobreviver ao fim do mês

Todo fim de mês é a mesma coisa: aperto financeiro. Boa parte das pessoas fica maluca tentando pagar todas as despesas que fez sem planejamento ao longo dos últimos 30 dias ou até mesmo remanescentes de outros meses. Mas será que não tem mesmo nenhuma maneira de mudar essa situação?

Claro que tem e o caminho é a educação financeira. Infelizmente, “planejar e poupar para realizar” não é uma fórmula que nos foi ensinada, nem em casa nem na escola. Por isso, acabamos nos deixando levar pelos impulsos consumistas e pela falta de controle das finanças, nos envolvendo em dívidas e até mesmo inadimplências.

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Mas esse cenário está mudando, com a inserção em mais de 1500 escolas do Programa DSOP de Educação Financeira, que ensina desde crianças com três anos de idade até jovens do Ensino Médio a lidarem com os recursos financeiros que passarão pelas suas mãos ao longo de toda a vida. É só desse jeito que formaremos uma sociedade mais consciente e sustentável financeiramente.

Mas voltando às pessoas que não foram educadas financeiramente e não conseguem terminar o mês com a conta no azul, o jeito é correr atrás do prejuízo. Há diversos livros – como é o caso do best-seller Terapia Financeira, de minha autoria – palestras e cursos gratuitos sobre o assunto, como o Curso DSOP de Educação Financeira Online Gratuito. É hora de parar de dar desculpas para não fazer e começar a tomar as rédeas da vida financeira.

Sendo assim, a minha orientação é fazer um bom diagnóstico financeiro, ou seja, anotar por 30 dias todos os gastos, até mesmo os pequenos valores, como gorjetas e cafezinhos. Sabendo exatamente para onde vai cada centavo do seu dinheiro fica mais fácil ver onde está tendo excesso para diminuir ou até mesmo eliminar essa despesa.

Outro ponto que ajuda muito a evitar os gastos impulsivos que afetam o orçamento financeiro é sonhar. É isso mesmo que você leu, ter sonhos. Muita gente se esquece de ter objetivos e acaba perdendo o foco, permitindo que o dinheiro seja alvo fácil. Por isso, se você tem sonhos, recomendo que, a partir de agora, relacione, pelo menos, três: um de curto (até um ano), um de médio (de um a dez anos) e outro de longo prazo (acima de dez anos).

Para cada um deles, atente-se em saber quanto custam e quanto poderá guardar por mês para essa finalidade. A partir daí, é possível escolher a melhor aplicação para investir o dinheiro, de acordo com o prazo do sonho. Se for para os de curto, recomendo a Caderneta de Poupança – mesmo com a polêmica da liquidez que tem dado o que falar ultimamente –; aos de médio, o Tesouro Direto é uma ótima opção; já para os de longo, ou seja, acima de dez anos, aconselho Tesouro Direto, ações e Previdência Privada. Um adendo: sair das dívidas pode ser um dos sonhos, mas não deve ser o único.

Por incrível que pareça, seguindo esses passos, é possível diminuir os gastos supérfluos, direcionar o dinheiro para algo que realmente lhe trará benefícios e ainda terminar o mês no azul.

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