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Gastos com animais de estimação: como controlar?

SPA, festas de aniversário, planos de saúde e televisão para animais de estimação. O mercado está em alta e cada vez mais sofisticado, cabendo aos donos administrar as despesas no orçamento mensal com consciência.

Digo isso porque muitas pessoas tratam pets como filhos e têm gastos expressivos. As possibilidades são muitas: acessórios, perfumes, roupas, brinquedos, acupuntura, viagens, hotéis, creches e até mesmo festas de aniversário e ensaios fotográficos. Para tanto, é preciso organizar o orçamento.Tendo um animal de estimação, além do valor médio de gastos mensais, é preciso considerar uma reserva financeira para imprevistos, como consultas médicas, remédios e possíveis internações. Assim evita ter que recorrer ao crédito ou empréstimos em caso de urgência.

Quanto gastar?

Não há certo ou errado nessa questão; o valor gasto é proporcional a condição financeira, claro. O ideal é que no orçamento mensal estejam priorizados os sonhos da pessoa ou família e que o padrão de vida – inclusive do animal de estimação – seja readequado após a poupança mensal para os objetivos de curto, médio e longo prazo.

Com o que gastar?

É crucial suprir as necessidades básicas do animal. Alimentação adequada, higienização, vacinas e remédios, além, é claro, da atenção e cuidado do dono, são imprescindíveis. Por isso, antes de considerar ter um animal de estimação, é preciso conhecer os gastos e verificar se caberão no orçamento.

Mercado pet em alta

Você sabia que o Brasil é o 4º maior país com animais de estimação? É também o 2º maior em número de cães, gatos e aves canoras e ornamentais, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Não à toa o mercado está em alta. Em 2016, o faturamento total foi de R$ 18,9 bilhões, 4,9% maior do que o ano anterior, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet).

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