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Governo acerta ao inserir educação financeira nas escolas

Uma boa notícia é que a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e o Ministério da Educação (MEC) planeja para 2010implantar em 1.650 escolas de ensino médio um programa de educação financeira desenvolvido pelo governo. Isso mostra a correta preocupação com um problema que há muito tempo apontamos, a total nulidade em nossas escolas de bases para que os jovens saibam como lidar com o dinheiro.
Nossa população infelizmente não teve ensinamentos básicos de como devem tratar o dinheiro, assim, não podemos esperar que elas, de uma hora para outra, saibam administrar suas finanças. Assim a inserção desse tema deve ser cuidadosa e, principalmente, deve começar pelas crianças, sendo um grande acerto do Governo o início desse programa.
Agora, resta saber como será a implantação desse programa. Posso afirmar, com a experiência que já  venho tendo com a implantação do sistema de ensino de educação financeira em diversas escolas do país, por meio do Instituto DiSOP, que o caminho a ser seguido é a capacitação dos professores, que farão a inserção desse tema junto as matérias que já fazem parte dos currículos das escolas, pois, assim se mostra a naturalidade com que esse tema acontece no cotidiano dos jovens.
No material didático que preparamos para variadas séries, com base no livro O Menino do Dinheiro, a educação financeira é abordada de forma lúdica e de fácil entendimento, adequando-se para cada fase e idade do jovem. Esse material foi criado porque no decorrer de meu trajeto de aprendizagem pelo mundo das finanças pessoais, observei que o real problema está na falta de educação financeira na base, e não na fase adulta, como as pessoas insistem em pensar.
É fundamental para o desenvolvimento de nossa população a inclusão da educação financeira na proposta educacional das escolas. Mas muitos pensam que isso seria muito complicado, isso não é verdade. A prova que isso é possível está no livro Terapia Financeira (Editora Gente), onde detalho como isso é mais simples do que se pode pensar. Na obra apresento a Metodologia Comportamental de Educação Financeira DiSOP, na qual as finanças pessoais não são tratadas apenas como uma ciência exata, entrando em outras áreas do saber.
A população tem que ter claro que para conseguir tomar as “rédeas” de sua vida financeira é necessário primeiramente saber a situação que se encontra e traçar os objetivos que pretendemos atingir. Mas esse é só o começo, para que a realidade de endividamento que muitos se encontram termine, é fundamental que a educação financeira seja tomada como fundamental para o crescimento das pessoas. Também  é importante alertar nossas lideranças políticas que se atente não só com a macro economia, pois, tão importante quanto ela é a micro economia que cuida do dinheiro que circula todos os dias nas mãos de nossa população.


Fonte:
http://www.jaraguaam.com.br/noticias/view?id=9973

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