O que você vai fazer nesta terça-feira à noite? Se não tiver nada programado, que tal aprender a mexer com o seu dinheirinho? E o melhor: sem ter que mexer no seu dinheirinho. Basta entrarárea de Webconferências de Educação Financeira e assistir à palestra gratuita “Onde aplicar seu dinheiro”, do educador e terapeuta financeiro Reinaldo Domingos. Só é preciso informar o nome e uma senha. A apresentação acontecerá das 20h às 20h45. Os 15 minutos seguintes serão dedicados a um bate-papo com os internautas.

 

Segundo o conferencista, o objetivo da palestra é orientar as pessoas a aplicar o dinheiro de acordo com seus sonhos ou projetos de vida. “Muita gente investe de forma aleatória, em coisas que não condizem com qualquer meta. É preciso que se trabalhe com as finanças sempre de olho naquilo que você deseja comprar ou realizar”, afirma.

 

Se você acha que a caderneta de poupança é sempre o melhor caminho para garantir o futuro, está enganado. As opções de investimento dependem, sobretudo, do tipo de planejamento financeiro. “As pessoas devem repensar seus objetivos e classificá-los como de curto (até um ano), médio (até dez anos) ou longo prazo (mais de dez anos). Isso é o que determina o melhor jeito para fazer o dinheiro render”, defende Domingos.

 

Quer um exemplo? Vamos lá. Se o seu sonho é comprar uma televisão que custa R$ 2 mil e você pode separar R$ 200 por mês para isso, a aplicação mais adequada é mesmo na caderneta de poupança. Trata-se de um projeto a curto prazo, com previsão para ser realizado em cerca de dez meses. Mas se você já tem uma TV legal e só pensa na aposentadoria ou na casa própria, para daqui a 15 ou 20 anos, é melhor investir os R$ 200 em uma previdência privada, títulos do governo ou ações da bolsa de valores.

 

De acordo com Reinaldo Domingos, o maior risco para quem não entende a lógica das aplicações é ser atraído pelo marketing. “As pessoas que ficam com o dinheiro guardado ou parado costumam ser frágeis diante das propagandas. Elas podem entrar em um negócio, produto ou serviço que não contribui de maneira alguma para atingirem seus objetivos”, explica.

 

Fonte: //www.diariodepernambuco.com.br/2010/04/25/economia6_0.asp