Uma análise detalhada das necessidades da família ajudam a definir a contratação do serviço

Muitos preferem “nem pensar nisso”, mas, fazendo uma análise da situação financeira da familia, podem passar a considerar a contratação de um seguro de vida, um modo de garantir aos dependentes um dinheiro a mais em caso de morte ou de algo que o impeça de trabalhar. É possível encontrar apólices a partir de R$ 3,50 por mês.

As seguradoras formatam planos de acordo com seu público, por isso há grande variedade de produtos, o que contribuiu para o aumento de 7% nos prêmios – valores pagos por segurados – entre 2008 e 2009 no Brasil. O seguro de vida cobre morte natural ou acidental, invalidez permanente e acidentes pessoais. As apólices podem incluir alguns desses riscos.

“Seguro não é herança, é proteção financeira para quem depende de você. É essencial para quem é o maior provedor da família”, explica Leoncio de Arruda, presidente do Sindicato dos Corretores (Sincor – SP).

Para calcular o valor é preciso estimar quando a família precisaria para manter o padrão de vida por um tempo suficiente para que a situação se estabilize.

“Depende da família. Pode ser até os filhos se formarem e começarem a trabalhar”, afirma o diretor da Bradesco Vida e Previdência, Eugenio Velasques. “Mas planos e necessidades mudam com o tempo, por isso é preciso sempre rever a apólice”, completa.

O educador financeiro Reinaldo Domingos acrescenta: “Não é investimento, nem previdência. O ideal é que o segurado trabalhe na construção de um patrimônio e ao mesmo tempo contribua com o seguro”.

Porém, se o orçamento estiver apertado, a conta muda. “Não faz sentido gastar num seguro um dinheiro necessário para suprir necessidades de família”, conta Arruda. A cobertura por morte, diz ele, pode não ser a melhor opção para quem está no começo de carreira e não tem dependentes. “Mas se garantir em caso de acidente que o impossibilite de trabalhar é essencial”, completa Domingos.

Na outra ponta, quem já conseguiu estabilizar e não tem mais tantas preocupações financeiras com filhos, pode seguir outra linha. O advogado André Aron, de 56 anos, tem dois filhos com mais de 30 anos, e não faz seguro a longo prazo. “Fiz quatro vezes, por tempo limitado, quando viajei para o exterior. Pelo preço, prefiro investir de outras maneiras”.

Quando fez o seguro, há 10 anos, Maria Aparecida de Aguiar, de 33 anos, pensava em seus pais. “Hoje o foco são meus filhos”, conta. Recentemente ela adicionou à apólice auxílio específico à mulheres. “E usei: o carro quebrou no interior do Estado e voltei de táxi para São Paulo”, lembra.

 

Fonte: //www.segs.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=9807:seguro-de-vida-por-r-350-&catid=45:cat-seguros&Itemid=324

 

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