Para quem quer fazer um curso superior, mas acha isso impossível em função da falta de dinheiro, uma ótima alternativa é utilizar-se do Financiamento Estudantil (Fies), que possibilita o pagamento dos cursos em escolas particulares após o término. E para melhorar ainda mais a situação dos estudantes, agora não precisa estar matriculado em uma instituição de ensino superior antes de solicitar a inclusão no programa.

Segundo as novas normas, o aluno deve estar matriculado no momento de apresentar os documentos solicitados, e não na hora de formalizar a inscrição no Fies. Para conseguir o financiamento, porém, a faculdade escolhida deverá ter nota acima de 3 no Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade). Mas, quais são as grandes vantagens do Fies?

A principal vantagem deste programa são os juros baixos de 3,4% ao ano, estes estão muito abaixo dos praticados no mercado, assim sendo, é uma ótima alternativa. Uma ótima dica é que mesmo o estudante entrando nesse programa, que esse faça uma poupança mensal, não precisa ser valores altos. Isto evitará eventuais necessidades. Caso possua uma bolsa ou esteja trabalhando, é interessante repassar um valor maior, pois, isso fará com que ao fim do curso possa quitar essa dívida na totalidade.

Outra vantagem do financiamento é em relação ao prazo de pagamento, que só se iniciará após 18 meses do fim do curso, onde ex-estudante poderá estar mais bem posicionado profissionalmente. Contudo, o estudante terá que pagar uma pequena taxa trimensal durante o curso de R$ 50,00. Um detalhe interessante é que as parcelas serão multiplicadas por três do total de meses do curso, ou seja, um curso de 50 meses poderá ser dividido em 150 parcelas.

As inscrições no Fies podem ser feitas em qualquer época do ano pelo site do programa. Os alunos podem solicitar o financiamento de 50%, 75% ou 100% do valor da mensalidade. Estudantes matriculados em curso de licenciatura ou com bolsa parcial do Prouni (Programa Universidade para Todos) poderão financiar até 100% do valor a ser pago.

Os candidatos que têm 60% ou mais da renda familiar mensal bruta per capita comprometida com a mensalidade podem pedir financiamento de 100%. Estudantes com comprometimento de renda igual ou superior a 40% e inferior a 60% podem pedir financiamento de 75%. Já alunos com comprometimento de renda igual ou superior a 20% e inferior a 40% podem financiar 50% da mensalidade.

Assim, o financiamento estudantil é o caminho para realizar o sonho de um curso superior, pois, por mais que se esteja fazendo uma dívida de médio prazo, o resultado será muito mais vantajoso em função do perfil de juros, formas de pagamento e, principalmente, a finalidade importantíssima que é a formação do jovem. Em um comparativo de custos x benefícios, os benefícios serão muito maiores, por garantir uma oportunidade de ganhos maiores no futuro.

O crédito fácil, em grande parte das vezes é um vilão das finanças pessoais, entretanto, nem sempre devemos descartar essas possibilidades, existindo casos como esse em que o mercado oferece produtos de qualidade, possibilitando fazer escolhas que atendem as necessidades, dentro dos conceitos da educação financeira.

Reinaldo Domingos – Educador financeiro. Também é autor dos livros “Terapia Financeira” e “O Menino do Dinheiro” – (Editora Gente), e criador da Metodologia DSOP – Educação Financeira – Presidente do DSOP Instituto de Educação Financeira – (www.dsop.com.br). Twitter www.twitter.com/reinaldodsop Blog: disop.wordpress.com

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