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Por que nos endividamos?

Infelizmente, dados recentes mostram que 40% da população hoje (cerca de 60 milhões de pessoas) estão inadimplentes, e a maioria dessas dívidas está concentrada em cartões de crédito e bancos. Mas será que realmente temos reais noções do porquê contraímos dívidas e até chegamos ao ponto da inadimplência?

Tenho observado que o motivo de grande parte das pessoas chegarem a esse nível de endividamento deve-se a falta de planejamento, isto é, não sabem o que realmente precisam comprar, quando e se terão valores suficientes para fazer essas aquisições.

Outro fator é a questão do imediatismo, ou seja, muitos querem adquirir produtos e serviços por impulso, se esquecem de analisar sua real capacidade de comprometimento, agem sem pensar, pelo prazer e, com isso, muitos se arrependem logo ao chegarem em casa – ou quando chega a fatura do cartão.

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Além disso, a falta de hábito de fazer reservas, de poupar parte do que ganha, de formar saldos para honrar as dívidas contraídas e reservas está cada vez mais raro, devido à falta de educação financeira, que reverbera na maneira de lidar com as inúmeras formas de pagamento e condições especiais.

Resumindo, uma visão que tenho percebido de nossa sociedade é a falta de propósito de vida, de objetivos (de curto, médio e longo prazos). Tenho a sensação de que as pessoas vivem apenas no piloto automático e esquecem o sentido do motivo de trabalharem e gastarem, se esquecem da razão pela qual estão vivendo.

Acredito muito que, para revertermos isso, criarmos uma geração de pessoas mais consciente e próspera, precisamos que ela se eduque financeiramente, que aprenda o valor do seu dia a dia e das suas escolhas, que tenha como alicerce para tudo os sonhos, suas aspirações e, assim, consiga viver a vida, e não viver de contas e dívidas.

Questione, mude, transforme e faça muito mais por você e pelas pessoas ao seu redor. Dívidas é só uma situação criada, não nascemos endividados, e podemos sim ser grandes investidores.

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